Borboletas, nuvens e poemas

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sobre a felicidade


Ser feliz, buscar a felicidade. Esse é o maior impulsionador do homem. Todos os dias quando acordamos, estudamos, trabalhamos e andamos pra frente, temos por objetivo alcançar esse estado. Como se a partir do momento em que possuímos esse bem, tudo fosse diferente, tudo fosse bom e eterno. Segundo o dicionário Aurélio, a felicidade é definida como um estado de perfeita satisfação íntima, um contentamento, uma grande alegria ou euforia. Mas qual o tempo dessa satisfação? Ela pode ser obtida infinitamente? Ou deve ser experimentada todos os dias?
Como se busca a felicidade é a grande questão que deve ser proposta. Muitas pessoas acham que a felicidade está atrelada ao dinheiro, e a partir daí traçam seu caminho calcado nos valores capitalistas em que o principal verbo é o ter: ter o carro do ano, o apartamento, aquela calça nova da marca x, aquela jóia, aquele relógio, etc. E aí se incorre num grande erro, pois ser feliz, ilusoriamente passa a ser associado a possuir coisas, e para possuí-las deve-se ter o quê? Muito dinheiro. Acontece que a maioria não o têm, criando assim um descontentamento com a vida.
Há quem busque a felicidade no amor. Encontrar a cara metade, compartilhar e ver a vida “a dois” pode nos trazer essa sensação de modo mais fácil e nos fazer acreditar que pronto, conquistamos essa gota de orvalho tão delicada. Mas essa gota pode cair como uma lágrima, quando percebermos que não se pode “jogar” a responsabilidade de ser feliz nas mãos de outra pessoa. Isso é perigoso e pode causar desapontamentos.
Mas e então, qual a forma correta de ter a tal felicidade? Acredito que não se pode falar de uma fórmula que deva ser seguida, mas que devemos exercitar esse sentimento todos os dias, e ele está dentro de todos nós, não é uma coisa que está por vir, e depende exclusivamente de cada um, não adianta se eximir dessa responsabilidade, colocando nas mãos de coisas ou de outros. Temos o compromisso de sermos felizes agora, aqui, nesse momento e sem desculpas ou ilusões.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Labirinto marítmo

às vezes eu me sinto
em um labirinto
não sei por onde ir
que caminho tomar
até chegar no mar
e me encontrar.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

vai e volta




saiu de cabelos molhados

voltou com dor de garganta

saiu sem nada no peito

voltou com um coração

saiu com copo vazio de café

voltou com os dedos açucarados

ui, como é amargo o açúcar do desejo.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

faz tempo




Faz tempo que não aparecia
pra postar um poema
dar uma notícia
contar uma história
grande ou pequena
enfim.

sábado, 5 de abril de 2008

post vazio da madrugada






Sem algo pra dizer

ouvindo uma música do Devendra Banhart

e essa insônia de matar.


sexta-feira, 28 de março de 2008

Poema de duas linhas, meu mesmo!


"Você pessoa que passou por mim
ao menos fique nesse poema."

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O início


Bom vamos lá! Ver no que vai dar essa coisa de blog!
Na verdade sempre quis ter um, mas fiquei com aquela impressão de que isso aqui iria acabar às moscas!
O objetivo aqui é escrever o que der na telha e junto com isso colocar letras e poemas de que gosto!
Vamos começarr!!